Psicanálise é, também, uma forma de dialogar com o mundo

"NÃO EXISTE PSICANALISTA SEM PSICANÁLISE” O PSICANALISTA NÃO PROVÊ DE DIPLOMAS, POIS, SUA FORMAÇÃO NÃO TEM FIM. E NÃO EXISTE PSICANALISTA SEM SUA PRÓPRIA ANÁLISE PESSOAL.

o que ofereço

Docência

Crio cursos e seminários sobre psicanálise e filosofia para instituições de psicanálise, psicologia, entre outros.

Atendimento Psicanalítico

Um espaço de escuta para que você possa falar sobre o que vive, interrogar o que se repete e se confrontar com aquilo que, muitas vezes, permanece sem nome.

Supervisão Cliníca

Supervisão clínica para psicanalistas em formação e profissionais atuantes, de orientação freudiana ou freud-lacaniana, com foco na ética e no tripé da formação: análise pessoal, teoria e supervisão.

Quem sou

Psicanalista com mais de uma década de atuação clínica, trabalho a partir de uma escuta ética, precisa e comprometida com a singularidade de cada sujeito.


Minha formação reúne Gestão Ambiental (CEUNSP), Filosofia (UNINTER), pós-graduação em Psicanálise do Século XXI (FAAP) e Filosofia e Autoconhecimento (PUCRS). 


Minha formação psicanalítica teve início no IPP, com aprofundamentos no IPLA e na ESPE, especialmente nos fundamentos das teorias freudiana e lacaniana e na clínica contemporânea.


Além da clínica, atuo como docente e supervisor clínico, dedicando-me à transmissão da psicanálise e à formação de profissionais.

Meu trabalho é guiado pelo rigor teórico, pela escuta cuidadosa e pelo compromisso com a ética da clínica.

pERGUNTAS FREQUENTES

É um espaço de escuta para falar sobre o que você vive, interrogar o que se repete e se confrontar com aquilo que, muitas vezes, permanece sem nome. O trabalho parte da sua fala e do que emerge no discurso, respeitando o tempo e a singularidade de cada sujeito.

A psicanálise pode ser buscada por qualquer pessoa que deseje interrogar seus impasses, angústias, conflitos ou repetições. Não é necessário chegar à análise com uma questão totalmente definida ou saber exatamente o que dizer.

Não necessariamente. A análise não se limita ao tratamento de sintomas. Ela pode partir de uma angústia, de uma repetição, de um conflito ou mesmo de uma pergunta que insiste e para a qual você ainda não encontrou uma resposta.

A sessão acontece por meio da associação livre do analisante e da escuta do analista. Não há um roteiro fixo: o trabalho parte daquilo que surge no discurso e dos significantes que aparecem ao longo da sessão.

Não. O psicanalista não está ali para dizer o que você deve fazer, tomar decisões por você ou oferecer respostas prontas. Seu trabalho envolve a escuta, o manejo da transferência e intervenções que possibilitem ao sujeito se confrontar com aquilo que diz e deseja.

São campos distintos. A Psicologia é uma área com diferentes abordagens. A Psiquiatria é uma especialidade médica. A Psicanálise, por sua vez, constitui um campo próprio de saber e uma prática clínica fundada por Freud, com conceitos, fundamentos e uma ética específicos.

O trabalho é realizado com sessões semanais, no mínimo, sem exceções. A frequência permite que o material que emerge na análise não fique excessivamente espaçado, favorecendo a continuidade do trabalho analítico.

Sim. O horário é seu e o processo pode ser interrompido quando você desejar. Na psicanálise, não trabalhamos com uma “alta” determinada pelo analista, mas com o percurso e o desejo de análise do sujeito.

A supervisão é um espaço para interrogar a condução dos casos, as intervenções realizadas, as questões que surgem na escuta e os impasses encontrados na clínica, sempre articulando a experiência clínica à teoria e à ética da psicanálise.

Não. A supervisão não oferece uma receita para a condução do caso. O objetivo é sustentar um espaço de trabalho no qual o analista possa interrogar sua própria posição e suas intervenções diante do caso.

Não. Pode ser realizada tanto por profissionais em formação quanto por analistas que já atuam clinicamente. A supervisão pode acompanhar diferentes momentos da prática e da formação.

A supervisão integra o tripé da formação psicanalítica, junto à análise pessoal e ao estudo teórico. Ela possibilita ao analista colocar sua prática em questão e sustentar uma posição ética diante da clínica.